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Posted by Flávio Camargo on 20:27

Quando você acorda quem você vê?

Eu vejo uma linda mulher, descabelada.
Uma mulher vaidosa e delicada, com a cara amassada.
Uma mulher com um sorriso encantador, que puxa a noite meu cobertor.
Nós fazemos quem nós amamos!
E eu te fiz assim, perfeita só pra mim.

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Até quando?

Posted by Flávio Camargo on 12:37
Eu dormi pensando em você
Sonhei com você ao meu lado
Acordei te procurando, mas só te vi num retrato
Como posso mudar esta situação?

Você sonha, mas sem os pés no chão
Espera que tudo se resolva, mas não tem exatidão
Se é menina ou mulher,
Tudo muda quando corre atrás do que quer

Se para você é tão importante
Não espere mais
Vá e faça não olhe para trás
O ontem não existe, o presente já se foi e o futuro é agora

Não espere que o outro irá resolver
Se isto vem de ti, você tem que fazer acontecer
A vida você só tem uma só
Da terra que tu veio você voltará ao pó

Não olhe para o futuro e não o veja tão distante
Quando menos esperamos, ele esta a um instante
Pare tudo e comece agora
Quem sabe um dia próximo, da tua casa você vai embora.

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O gracejo do poeta

Posted by Flávio Camargo on 10:18
Risos ontem à noite antes de deitar
Debrucei-me pela cama para recitar
Sozinho em meu quarto comecei a escrevinhar
Tentando de alguma forma o poeta ressuscitar

E hoje logo cedo
Adivinha o que leio?
Alguém que eu cortejo
E como prometido agora eu festejo!

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Baseado em fatos irreais

Posted by Flávio Camargo on 09:30
Imagina só o mundo como seria
Para falar somente em rima poderia
Seria muito divertido
A cada prosa todos sairiam rindo

Vamos imaginar
Pois a criatividade não pode cessar
Bom dia Berenice
Você sabe da Dona Alice?

Bom dia Flávio Roberto
Nossa como você esta esbelto
Ela estava com a Sandra de prosa
Falavam sobre uma casa rosa

Sei, onde a Márcia mora
Obrigado mas, preciso ir embora

De repente eu encontrei
Algo que não sei
A Elô rimando em inglês
Risos e eu mal sei no português

Mas há alguém que não vejo
O nosso amigo e poeta Tejo
Alias seus poemas muito eu anseio
Espero todas as manhãs para matar esse desejo

Reaja Tejo
Levante Tejo
Escreva Tejo
Pois quando eu ler juro que festejo!

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A poesia nunca deixa órfãos

Posted by Flávio Camargo on 17:00
A poesia em nós nunca morre
Só o poeta que às vezes some
Mas volta com muita mais fome
Para saciar o tempo que nos consome

A poesia nunca nos desampara
Mas é o poeta que para
Para se renovar e voltar
E os nossos corações novamente alegrar

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Sou eu digno desse sublime dom?

Posted by Flávio Camargo on 09:49
Como posso eu, tão jovem, a vida das pessoas encantar?
Não serei capaz de uma vírgula recitar
Sinto muito meu amigo e irmão
Mas esse dom esta em sua mão

Alguém já tinha me falado:
A quem muito foi dado muito seria cobrado
Se a vida tem te desapontado
Não desanime e viva o que tem nos ensinado

Tudo você pode naquele que te fortace
Pare um pouco, pense e faça uma prece
Tenho certeza que Ele de nós jamais esquece
Então sorria e sinta-se no colo de quem te aquece

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Poderia ser só mais um dia se não fosse você ao meu lado.

Posted by Flávio Camargo on 11:48
És tu as cores que minha íris a de contemplar
Nas belas manhãs que todos os dias espero sem cessar
És tu o sabor que em todas as refeições quero provar
Nunca sendo farto quero sempre me lambuzar

És tu o aroma suave que me acalma e faz respirar
Um passado inesquecível, um presente magnífico e um futuro que mal posso sonhar
És tu o corpo que todas as noites eu desejo apalpar
No calor do escuro que só você sabe inflamar

És tu amada minha a canção bela
que em meus ouvidos ao ressoar
é como um rouxinol na manhã de domingo a me despertar

És tu quem aguça meus sentidos
Que faz com que eu perca meu juízo
E em todos os momentos és tu quem eu estou a desejar

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