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O gracejo do poeta

Posted by Flávio Camargo on 10:18
Risos ontem à noite antes de deitar
Debrucei-me pela cama para recitar
Sozinho em meu quarto comecei a escrevinhar
Tentando de alguma forma o poeta ressuscitar

E hoje logo cedo
Adivinha o que leio?
Alguém que eu cortejo
E como prometido agora eu festejo!

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Baseado em fatos irreais

Posted by Flávio Camargo on 09:30
Imagina só o mundo como seria
Para falar somente em rima poderia
Seria muito divertido
A cada prosa todos sairiam rindo

Vamos imaginar
Pois a criatividade não pode cessar
Bom dia Berenice
Você sabe da Dona Alice?

Bom dia Flávio Roberto
Nossa como você esta esbelto
Ela estava com a Sandra de prosa
Falavam sobre uma casa rosa

Sei, onde a Márcia mora
Obrigado mas, preciso ir embora

De repente eu encontrei
Algo que não sei
A Elô rimando em inglês
Risos e eu mal sei no português

Mas há alguém que não vejo
O nosso amigo e poeta Tejo
Alias seus poemas muito eu anseio
Espero todas as manhãs para matar esse desejo

Reaja Tejo
Levante Tejo
Escreva Tejo
Pois quando eu ler juro que festejo!

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A poesia nunca deixa órfãos

Posted by Flávio Camargo on 17:00
A poesia em nós nunca morre
Só o poeta que às vezes some
Mas volta com muita mais fome
Para saciar o tempo que nos consome

A poesia nunca nos desampara
Mas é o poeta que para
Para se renovar e voltar
E os nossos corações novamente alegrar

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Sou eu digno desse sublime dom?

Posted by Flávio Camargo on 09:49
Como posso eu, tão jovem, a vida das pessoas encantar?
Não serei capaz de uma vírgula recitar
Sinto muito meu amigo e irmão
Mas esse dom esta em sua mão

Alguém já tinha me falado:
A quem muito foi dado muito seria cobrado
Se a vida tem te desapontado
Não desanime e viva o que tem nos ensinado

Tudo você pode naquele que te fortace
Pare um pouco, pense e faça uma prece
Tenho certeza que Ele de nós jamais esquece
Então sorria e sinta-se no colo de quem te aquece

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